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Movimento de beneficiários em planos de saúde no Brasil revela retomada no segundo trimestre de 2026, sustentada sobretudo por contratos empresariais e concentrada na região Sudeste
Queda da sinistralidade segue sustentando resultados, apesar de efeitos pontuais e menor ganho marginal no controle de custos
Dados da ANS revelam desaceleração do setor de saúde, avanço concentrado em poucas operadoras e novo recuo da Hapvida
A base de beneficiários voltou a crescer em fevereiro, puxada pelos planos corporativos e pelo avanço da Amil, mas o setor ainda acumula perdas no primeiro trimestre de 2026
A Rede D’Or (RDOR3) entregou um 4T25 sólido, com o desvio operacional explicado pela divisão de Hospitais, onde custos ficaram acima do esperado
SulAmérica (SULA11) liderou as adições líquidas, seguida por Bradesco (BBDC3) e Amil (AMIL3), enquanto Hapvida (HAPV3) teve desempenho fraco
Bradesco Saúde impulsionou o crescimento no mês; SulAmérica e Amil também apresentaram sólidas adições líquidas segundo a ANS
A Rede D’Or (RDOR3) se beneficia da maturação de novos hospitais e de um tíquete médio mais forte, mesmo com alavancagem operacional abaixo do potencial