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PIB revela demanda doméstica acima do previsto, em contraste com a contribuição negativa do setor externo e sob a sombra de uma política monetária ainda restritiva
Alta de 1,1% na comparação trimestral, puxada por agropecuária, extrativa mineral e consumo das famílias, melhora o pano de fundo para investidores em meio a sinais mistos do investimento e do setor externo.
Déficit em transações correntes veio acima do esperado, pressionado por renda e serviços, mas o avanço do investimento direto no país reforçou a qualidade do financiamento externo brasileiro
Indicador do Banco Central, visto pelo mercado como uma prévia do PIB, veio abaixo do esperado em março e mostrou enfraquecimento disseminado da economia, com destaque para a perda de tração do setor de serviços
Prévia do PIB calculada pelo Banco Central subiu 0,6% na margem, acima do esperado, com impulso da indústria e dos serviços, mas ainda sob efeito dos juros restritivos
Relatório do Fundo Monetário Internacional vê deterioração do cenário externo com a guerra no Oriente Médio, mas aponta que o Brasil pode amortecer parte dos impactos por sua posição exportadora em energia
Choque decorrende da crise no Oriente Médio deve elevar o superávit comercial do Brasil para US$ 81 bilhões, e o IPCA para 4,3% no ano
Revisão reflete expectativa de retomada gradual da atividade, após desaceleração no fim de 2025 e com apoio do setor externo