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Títulos de crédito privado podem ampliar a diversificação e elevar o potencial de retorno da renda fixa, mas exigem análise de risco, prazo, liquidez e qualidade do emissor
Levantamento do Banco Safra com base em dados da Anbima mostra queda anual de 24% nas emissões de renda fixa, enquanto debêntures incentivadas e demanda de fundos de investimento sustentam o mercado de capitais
Volume de emissões alcança R$ 181,2 bilhões entre abril e junho, sustentado por FIDCs, notas comerciais e instrumentos ligados ao agronegócio; retração das debêntures limita oferta de ativos tradicionalmente associados à geração de renda recorrente
Em um mercado mais seletivo e volátil, a escolha dos ativos de crédito privado exige mais critério: foco deve estar na qualidade dos emissores, na solidez financeira e na relação entre risco e retorno
A renda fixa concentrou a maior parte do volume captado no mercado de capitais em janeiro, com destaque para as debêntures, segundo dados da Anbima
Mercado de crédito privado cresceu em 2025, com a emissão de R$ 737,7 bilhões em títulos de renda fixa, com destaque para os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs)
Ao contrário das debêntures tradicionais, essa modalidade possui isenção de IR para pessoas físicas, se tornando mais atrativa para investidores.
Operação de R$ 3,95 bilhões busca reduzir alavancagem e despesas financeiras, apesar da diluição acionária significativa