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Com dividend yield estimado em 8,4%, carteira recomendada para junho combina geração de renda, diversificação setorial e exposição a empresas com fundamentos sólidos
Decisão sobre indenização da transmissão aumenta o ruído regulatório e pode pressionar ISA Energia, embora a reversão ainda pareça provável
Inflação persistente, queda lenta dos juros e maior sensibilidade política levam investidores a equilibrar ativos domésticos com posições defensivas e dolarizadas
CPFL (CPFE3) entrega resultado operacional em linha no início de 2026, com eficiência de custos e lucro acima do esperado
Decisão da Aneel amplia a pressão sobre a Enel SP e recoloca no radar uma eventual mudança de controle da concessão, em meio a uma discussão regulatória cada vez mais sensível no setor de distribuição de energia
Carteira sugerida segue inalterada em abril e reúne ações de setores defensivos, como serviços financeiros, energia, telecomunicações, mineração e shoppings, com foco em geração de renda e potencial de valorização no longo prazo
Hidrologia mais seca, preços de energia em patamares elevados e agenda regulatória intensa moldam o cenário do setor de utilidades básicas
Desempenho operacional acima do esperado reflete disciplina de custos e efeitos não recorrentes, apesar da queda nos volumes de distribuição