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PIB revela demanda doméstica acima do previsto, em contraste com a contribuição negativa do setor externo e sob a sombra de uma política monetária ainda restritiva
A Copa de 2026 já entrou no radar da Bolsa, e deve destravar vendas em categorias clássicas do consumo temático como TVs e linha branca, mas investidor não deve esperar um efeito homogêneo sobre as ações
Pesquisa Ipsos aponta desânimo com o torneio, queda de confiança no Brasil e migração da atenção para séries, música e consumo multitela; para o mercado, evento ainda deve ativar mídia, varejo e alimentação fora do lar
Alta das vendas em fevereiro sinaliza resiliência do consumo, mas em ritmo inferior ao projetado, o que evidencia os efeitos da Selic restritiva às vésperas da reunião do Copom marcada para os dias 28 e 29 de abril
Alta das vendas em janeiro surpreende o mercado e reforça avaliação de retomada gradual, apoiada por renda, mercado de trabalho resiliente e desinflação
Revisão reflete expectativa de retomada gradual da atividade, após desaceleração no fim de 2025 e com apoio do setor externo
Comércio ampliado avança com força, impulsionado por supermercados e setores sensíveis ao crédito, enquanto serviços recuam sob impacto do transporte aéreo
Os preços da cerveja aceleraram em janeiro, puxados pelo consumo fora de casa, enquanto as bebidas não alcoólicas mantiveram tendência de desaceleração