Safra Asset é a melhor em alta renda no Guia de Previdência Valor/FGV
Após ser eleita a primeira entre as grandes gestoras de alta renda no Guia de Fundos, a Safra Asset foi o destaque na mesma categoria no Guia de Previdência Valor/FGV
27/11/2025 2 Minutos
Safra Asset é considerada a melhor gestora em fundos de investimentos e também em previdência complementar para o segmento de alta renda | Foto: Divulgação
A Safra Asset foi reconhecida no Guia de Previdência Valor/FGV como a melhor gestora no segmento de alta renda.
Em outubro passado, a Safra Asset já havia sido eleita a primeira colocada entre as grandes gestoras do Brasil para o segmento de alta renda no Guia de Fundos do Centro de Estudos em Finanças da FGV/SP. O Guia de Fundos FGV, elaborado há 25 anos, é o ranking mais tradicional do mercado brasileiro de fundos de investimento.
As gestoras selecionadas no Guia de Previdência Valor/FGV se destacam pela rentabilidade dos fundos oferecidos aos seus investidores.

Previdência complementar ganha importância no planejamento de longo prazo
O setor de previdência complementar vem ganhando importância no Brasil diante do envelhecimento acelerado da população. Esta mudança demográfica ameaça a sustentabilidade da previdência pública e aumenta a importância do planejamento de longo prazo para garantir uma renda complementar na terceira idade.
A expectativa de vida dos brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu de 71,1 anos no ano 2000 para 76,4 anos em 2023.
Ao mesmo tempo, a taxa de fecundidade que era de 6,28 filhos por mulher nos anos 1960 caiu para 1,5 filho por mulher em 2022. Este fator também afeta o sistema de previdência pública e reforça a importância das alternativas de previdência complementar.
Hoje o setor administra mais de R$ 1,7 trilhão em ativos, o equivalente a 13,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.
Safra Asset é a melhor em fundos e previdência para a alta renda
Segundo o Guia de Previdência Valor/FGV, uma mudança importante vem ocorrendo no setor, onde os fundos de previdência, historicamente se concentravam em renda fixa. Nos últimos tempos, aumentou o leque de alternativas de investimentos, graças à evolução do marco regulatório.
As novas regras reduziram limitações e deram mais liberdade aos gestores na montagem das carteiras, permitindo combinações de diferentes classes de ativos e níveis de risco, incluindo limites maiores de posições em ações e até alocação no exterior.
Nesse contexto, gestoras reforçaram suas estruturas e os fundos multimercados de previdência passaram a ganhar
espaço nas prateleiras, mesmo diante de um ambiente desafiador.
Atualmente o Brasil tem mais de 13,6 milhões de planos de previdência privada aberta, dos quais mais de 8,5 milhões ou 63% são VGBL; 3,1 milhões ou 23% são PGBL, e 2 milhões ou 15% são planos tradicionais.
Este cenário reflete o esforço de 11,2 milhões de brasileiros que escolheram aportar em planos de previdência privada, preocupados com a saúde financeira da família no longo prazo.
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