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Ricardo Leite

Caminhos para o agronegócio de baixo carbono

Gigantes do agronegócio apresentaram, na COP-27, um plano para eliminar desmatamento de suas cadeias de operação

Floresta

Aproximadamente 23% das emissões globais de gases de efeito estufa provêm da agropecuária, da silvicultura e de outros usos da terra | Foto: Getty Images

Segundo reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo, quatorze das maiores empresas de agronegócio do mundo apresentaram, na Conferência do Clima da ONU, a COP-27, no Egito, um plano para reduzir as emissões decorrentes de mudança do uso da terra em suas operações, o que inclui a eliminação do desmatamento de suas cadeias direta e indiretamente até 2025.

Batizado de Roadmap, o roteiro divulgado no Egito é encabeçado pelas seguintes empresas: ADM, Amaggi, Bunge, Cargill, COFCO International, Golden Agri-Resources, JBS, Louis Dreyfus Company, Marfrig, Musim Mas, Olam International, Olam Food Ingredients (OFI), Viterra e Wilmar International.

Aproximadamente 23% das emissões globais de gases de efeito estufa provêm da agropecuária, da silvicultura e de outros usos da terra, de acordo com o IPCC, relatório climático da ONU. No caso do setor agropecuário, o principal índice ligado ao problema no Brasil é o desmatamento de florestas para uso da área em lavouras e pastos, seguido pelo da emissão de metano pelos bovinos.

Políticas públicas mais abrangentes, assistência técnica especializada e mudança na cultura de parte dos produtores rurais são caminhos para o fortalecimento do agro de baixo carbono no país. A sua propriedade se preocupa com essa questão?

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Executivo de finanças com especialização em Inovação pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology). Superintendente executivo do Safra Empresas.

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