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Dez empresas mais solicitadas na conferência de investimentos do J.Safra

Empresas mais procuradas para reuniões durante a J.Safra Investment Conference são mais ligadas à economia doméstica, com maior potencial de valorização com queda dos juros

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J.Safra Conference

Conferência do J.Safra reuniu mais de 2.700 participantesentre investidores, economistas e gestores, 117 empresas, além do Ministro da Fazenda e governadores | Foto: Divulgação

A J. Safra Investment Conference 2025, realizada nos dias 16 e 17 de setembro, promoveu encontros entre investidores e as principais empresas brasileiras. A conferência contou com discussões profundas sobre o cenário econômico, a política monetária tanto local quando global, a política fiscal doméstica, além de atualizações estratégicas das companhias presentes.

O evento reuniu mais de 2.700 participantes e contou com a presença de economistas e gestores renomados do mercado, 117 empresas, além do Ministro da Fazenda e governadores.

J. Safra Investment Conference adotou como subtítulo o tema “Don’t Stop Thinking About Tomorrow“, que reforça a necessidade de se pensar no futuro como estratégia fundamental para decisões sólidas, considerando a importância de temas atuais como inteligência artificial, criptoativos e o contexto da economia global, entre outros que vão definir o amanhã.

Empresas mais solicitadas na J.Safra Investment conference

As empresas que mais receberam solicitações de reuniões durante o evento – Hapvida, Banco do Brasil, BTG Pactual, Localiza, Smartfit – estão mais ligadas à economia doméstica, refletindo o interesse dos investidores por ativos que poderiam se beneficiar da perspectiva mais positiva para o ciclo de corte nos juros.

Itaú Unibanco, Nubank, Bradesco, Sabesp e Assaí completaram a lista das dez empresas mais demandadas em nosso evento.

Saiba mais

Setores que apresentam mensagens mais positivas?

Consolidando as impressões dos analistas de cada setor, o Safra destaca a continuidade da tendência positiva para:

  • (i) Serviços Financeiros (expectativa de reabertura de janela para IPO no mercado de capitais e crescimento da carteira de crédito com garantia dos bancos);
  • (ii) Mineração (postergação de capex e possibilidade de dividendos extraordinários);
  • (iii) Construtoras (perspectiva de novos incentivos ao MCMV reforçando a resiliência da baixa renda);
  • (iv) Educação (captação resiliente, margens melhores e competição mais racional);
  • (v) Saúde (melhora de margens com maturação de hospitais; operadoras mais otimistas ao endereçar judicialização; diagnósticos crescendo com eficiência); e
  • (vi) Utilidades Básicas (regulação mais racional ancorando capex; ganhos de eficiência em distribuição elevando margens; retornos ainda adequados, mesmo com WACC regulatório menor, e preços de energia mais atrativos).

Destaques negativos

Do outro lado, os destaques negativos foram:

  • (i) Varejo (juros elevados esfriando o consumo e vendas em mesmas lojas mais fracas tanto em varejo alimentar quanto em vestuário);
  • (ii) Siderúrgicas e Papel e Celulose (aço doméstico e celulose continuam sob pressão).

Saiba mais sobre a J.Safra Investment Conference 2025 AQUI.

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