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Como investir em fundos internacionais com o Banco Safra

Fundos com exposição global permitem acessar empresas, setores e tendências fora do Brasil, incluindo a IA, com gestão profissional e diversificação de riscos

3 minutos
investir em fundos internacionais pelo Banco Safra

Fundos com exposição internacional ampliam o acesso do investidor brasileiro a mercados, empresas e temas globais, como a inteligência artificial | Foto: Getty Images

Fundos internacionais passaram a ocupar espaço crescente nas carteiras de investidores que buscam diversificação geográfica e acesso a mercados líderes em inovação, tecnologia e renda fixa. Por meio dessas estratégias, é possível aplicar em ativos negociados no exterior, como ações, títulos, índices e moedas, com gestão profissional e sem a necessidade de operar diretamente em bolsas estrangeiras.

No Banco Safra, o investidor encontra fundos que direcionam parte ou a totalidade dos recursos a ativos internacionais, conforme a política de investimento definida em regulamento. As alternativas incluem fundos multimercado, estratégias de renda variável e produtos temáticos, com diferentes níveis de risco, prazos e condições de aplicação.

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Essa estrutura permite acompanhar oportunidades em diferentes regiões e setores da economia global, ao mesmo tempo em que incorpora fatores como variação cambial, juros internacionais e oscilações dos mercados externos. A oferta disponível e o público elegível variam de acordo com cada fundo.

Como funcionam os fundos com exposição internacional

Os fundos reúnem os recursos de vários cotistas e os aplicam de acordo com uma política de investimento. Em estratégias internacionais, o gestor pode buscar exposição a ações, títulos de dívida, moedas, índices, fundos estrangeiros e outros instrumentos financeiros negociados fora do Brasil.

Essa alternativa combina acesso internacional e gestão especializada. O investidor compra cotas de um fundo local e passa a ter participação indireta nos ativos definidos pela estratégia.

A diversificação geográfica pode reduzir a concentração da carteira no mercado doméstico. Ainda assim, não elimina riscos. Oscilações nas bolsas internacionais, variações do dólar, mudanças nas taxas de juros globais e eventos geopolíticos podem afetar o valor das cotas.

Quais são as formas de investir em inteligência artificial?

A inteligência artificial se consolidou como uma das principais teses de transformação tecnológica global. O tema alcança desde fabricantes de semicondutores até empresas de software, computação em nuvem, infraestrutura digital, cibersegurança e energia para data centers.

Para o investidor, as principais formas de buscar exposição ao setor incluem:

1. Fundos temáticos de inteligência artificial 

Fundos com estratégia focada em IA selecionam empresas que desenvolvem modelos, chips, plataformas de dados, software corporativo e infraestrutura tecnológica. O Banco Safra disponibiliza o Fundo Safra Inteligência Artificial, classificado como fundo multimercado.

2. Fundos internacionais e multimercados globais 

Estratégias globais podem alocar recursos em empresas e setores que se beneficiam do avanço da IA, mesmo sem carregar o tema no nome. Essa abordagem tende a ampliar a diversificação entre países, segmentos e moedas.

3. ETFs e fundos de índices 

Os ETFs permitem acompanhar índices relacionados a tecnologia, semicondutores, robótica, computação em nuvem ou inteligência artificial. Em geral, oferecem uma exposição mais ampla a várias empresas, com metodologia de seleção previamente definida.

4. Ações de empresas internacionais 

A compra direta de ações permite exposição mais concentrada. Entre os nomes associados à cadeia de inteligência artificial estão Nvidia, Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta Platforms, Broadcom e Taiwan Semiconductor Manufacturing Company, ou TSMC.

5. Empresas fornecedoras de infraestrutura 

A expansão da IA também aumenta a demanda por chips, servidores, redes, armazenamento de dados, energia e refrigeração. Dessa forma, a tese não se limita às companhias que desenvolvem aplicativos de inteligência artificial.

Por que a diversificação global importa

A maior parte das empresas líderes em tecnologia e inteligência artificial está listada nos Estados Unidos, na Ásia e na Europa. Por isso, fundos internacionais podem ajudar o investidor a acessar mercados com maior profundidade em inovação, infraestrutura digital e capital de risco.

Além da diversificação setorial, a exposição externa introduz o componente cambial. Quando os ativos são precificados em dólar ou em outras moedas, a variação do câmbio influencia o retorno em reais. Esse efeito pode favorecer ou prejudicar o desempenho da aplicação, dependendo do movimento da moeda e da estratégia adotada pelo gestor.

Fundos multimercado, por sua vez, podem combinar investimentos em renda fixa, moedas, ações e derivativos, inclusive em mercados internacionais. A liberdade de alocação exige atenção redobrada à política de investimento, ao nível de risco e ao prazo recomendado.

O que avaliar antes de aplicar

Antes de escolher um fundo internacional, o investidor deve observar alguns pontos:

  • Objetivo da aplicação e prazo de investimento;
  • Perfil de risco e tolerância à volatilidade;
  • Política de investimento e grau de exposição ao exterior;
  • Existência de proteção cambial ou exposição aberta ao dólar;
  • Taxa de administração, taxa de performance, quando aplicável, e demais custos;
  • Prazo de cotização e liquidação do resgate;
  • Tributação aplicável à classe do fundo;
  • Histórico, equipe de gestão e documentos regulatórios.

A inteligência artificial oferece perspectivas de crescimento, mas a valorização de empresas do setor pode sofrer oscilações relevantes. Dessa forma, o tema tende a fazer mais sentido como parte de uma carteira diversificada, construída de acordo com os objetivos e o perfil de cada investidor.

Como investir pelo Safra

O investidor pode consultar as alternativas disponíveis na plataforma de fundos do Banco Safra e avaliar, com apoio de seu especialista, quais estratégias estão alinhadas a seus objetivos patrimoniais.

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Dúvidas frequentes

Fundos internacionais são fundos de investimento que aplicam recursos em ativos negociados no exterior, como ações, títulos, índices e moedas. O investidor compra cotas de um fundo local e passa a ter participação indireta nesses ativos internacionais, com gestão profissional, sem necessidade de operar diretamente em bolsas estrangeiras. Essa estrutura permite diversificação geográfica e acesso a mercados líderes em inovação e tecnologia.

Os fundos internacionais estão expostos a oscilações nas bolsas internacionais, variações do dólar e outras moedas, mudanças nas taxas de juros globais e eventos geopolíticos. A diversificação geográfica reduz a concentração no mercado doméstico, mas não elimina riscos. O componente cambial é especialmente importante: quando os ativos são precificados em dólar, a variação do câmbio influencia o retorno em reais, podendo favorecer ou prejudicar o desempenho da aplicação.

Existem cinco principais formas de buscar exposição ao setor de IA: 1) Fundos temáticos de inteligência artificial, como o Fundo Safra Inteligência Artificial; 2) Fundos internacionais e multimercados globais que alocam em empresas beneficiadas pela IA; 3) ETFs e fundos de índices focados em tecnologia, semicondutores ou IA; 4) Ações diretas de empresas internacionais como Nvidia, Microsoft, Alphabet, Amazon e Meta; 5) Empresas fornecedoras de infraestrutura, como chips, servidores e energia para data centers.

A maior parte das empresas líderes em tecnologia e inteligência artificial está listada nos Estados Unidos, Ásia e Europa. Fundos internacionais permitem acessar mercados com maior profundidade em inovação, infraestrutura digital e capital de risco. Além da diversificação setorial, a exposição externa introduz o componente cambial, que pode ampliar oportunidades de retorno. Fundos multimercado podem combinar investimentos em renda fixa, moedas, ações e derivativos em mercados internacionais.

Antes de aplicar, o investidor deve considerar: objetivo da aplicação e prazo de investimento; perfil de risco e tolerância à volatilidade; política de investimento e grau de exposição ao exterior; existência de proteção cambial ou exposição aberta ao dólar; taxa de administração e de performance; prazo de cotização e liquidação do resgate; tributação aplicável; e histórico da equipe de gestão. Esses fatores devem estar alinhados aos objetivos patrimoniais de cada investidor.

A inteligência artificial alcança desde fabricantes de semicondutores até empresas de software, computação em nuvem, infraestrutura digital, cibersegurança e energia para data centers. A tese de IA não se limita apenas às companhias que desenvolvem aplicativos de inteligência artificial, mas também inclui fornecedores de infraestrutura como chips, servidores, redes, armazenamento de dados e refrigeração, que aumentam sua demanda com a expansão da IA.

Fundos temáticos de inteligência artificial possuem estratégia focada especificamente em IA, selecionando empresas que desenvolvem modelos, chips, plataformas de dados e infraestrutura tecnológica. Fundos multimercado globais, por sua vez, podem alocar recursos em empresas e setores que se beneficiam do avanço da IA sem carregar o tema no nome, tendendo a ampliar a diversificação entre países, segmentos e moedas. Fundos multimercado também combinam investimentos em renda fixa, moedas, ações e derivativos.

O investidor pode consultar as alternativas disponíveis na plataforma de fundos do Banco Safra, que oferece fundos multimercado, estratégias de renda variável e produtos temáticos com diferentes níveis de risco, prazos e condições de aplicação. O Banco Safra disponibiliza o Fundo Safra Inteligência Artificial e outras estratégias com exposição internacional. O investidor deve avaliar, com apoio de um especialista, quais estratégias estão alinhadas a seus objetivos patrimoniais e perfil de risco.
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Isabella Zanelli

Jornalista em formação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP). LinkedIn

Este material foi preparado e distribuído pelo Banco Safra S.A. O conteúdo disponibilizado em O Especialista possui caráter meramente informativo e educacional, não constituindo oferta, solicitação, recomendação ou aconselhamento de investimento. Antes de investir, verifique seu perfil de investidor, os riscos envolvidos e consulte os documentos dos produtos.

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