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Bolsa brasileira sobe ao nível recorde de 161 mil pontos

Segundo os especialistas do Banco Safra, o Ibovespa deve chegar a 165 mil pontos até o fim do ano, após alcançar os 161 mil pontos pela primeira vez na história nesta terça-feira

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Bolsa brasileira

Em 2025, a bolsa acumulou alta de 32,25% até o fim de novembro | Foto: Getty Images

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), ultrapassou o patamar de 160 mil pontos pela primeira vez na história. No fechamento, o Ibovespa superou os 161 mil pontos pela primeira vez na história. O índice subiu 1,5%, fechando em 160.994,23 pontos, após atingir 161.041,23 pontos no pico do dia. O volume financeiro totalizou R$22,4 bilhões antes dos ajustes finais.

O Ibovespa encerrou o mês de novembro em clima de otimismo, renovando vários recordes e aproximando-se da marca simbólica de 160 mil pontos. Com isso, o índice fechou o mês com a maior alta em 15 meses.

No início de novembro, o Banco Safra divulgou nova projeção para o resultado da Bolsa de Valores em 2025. Segundo os especialistas do banco, a B3 deve chegar a 165 mil pontos até o fim do ano. A projeção foi feita quando a Bolsa brasileira estava próxima dos 130 mil pontos.

O Ibovespa subiu 0,45% no último dia útil de novembro e fechou o dia 28 aos 159.072 pontos, atingindo nível recorde pela segunda vez na semana. O indicador subiu 6,37% no mês, o melhor desempenho desde agosto de 2024. Em 2025, a bolsa acumulou alta de 32,25% até o fim de novembro.

Petrobras, bancos, mineradoras e exportadores impulsionam a Bolsa

As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram na sexta-feira após a estatal revisar para baixo a previsão de investimentos até 2030. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) recuaram 2,45%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) perderam 1,88%. Mesmo assim, as ações de bancos, de mineradoras e de demais exportadores de commodities (bens primários com cotação internacional) sustentaram a alta da bolsa brasileira.

No mercado de câmbio, o dólar recuou 0,82% em novembro. Em 2025, a divisa caiu 13,67% desde janeiro até o fim de novembro.

Fatores internos influenciaram o mercado: a divulgação de que o desemprego caiu para 5,4% no trimestre encerrado em outubro trouxe otimismo para a bolsa. A taxa está no menor nível desde o início da pesquisa, em 2012.

No caso do dólar, também houve influência do mercado interno na disputa mensal pela formação da Ptax, taxa média do último dia útil do mês, usada para corrigir a porção da dívida pública atrelada ao câmbio (Com Agência Brasil)

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