Emissão primária de títulos de crédito bate recorde
Valor total de R$ 74,9 bilhões foi o maior para o mês de setembro na série histórica, 29% maior do que o mês de agosto e 55% maior do que setembro de 2024
22/10/2025 Atualizado em 24/10/2025 < 1 minutos
O aumento nas emissões de CRAs foram um destaque no trimestre, atingindo 8% das emissões de Renda Fixa | Foto: Getty Images
O volume de emissões primárias no mercado de capitais no mês de setembro chegou a R$74,9 bilhões, o maior resultado para o mês de setembro na série histórica, 29% maior do que o mês de agosto e 55% maior do que set/2024.
O resultado foi puxado, principalmente, pelo aumento de 29% m/m em debêntures (59% das emissões mensais) e de 50% m/m em FIDCs (11% das emissões mensais).
Assim, o 3T25 encerra com um total de R$198,0 bilhões no mercado de capitais, valor superior ao 2T25 em 13%, mas inferior ao 3T24 em 3%.
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Recorde nas emissões de títulos de crédito
O mercado primário de Renda Fixa movimentou R$183,4 bilhões no 3T25 (+15% t/t e +4% a/a). Desse montante, as debêntures não incentivadas representaram 47% (+10 p.p. t/t) e as debêntures incentivadas, 21% (+2 p.p. t/t).
Apesar do fortalecimento das FIDCs em setembro, houve queda de 20% das emissões no comparativo trimestral entre o 3T25 e o 2T25, o que diminuiu sua participação para 11% das emissões em renda fixa (-5 p.p. t/t).
O aumento nas emissões de CRAs foram um destaque no trimestre, atingindo 8% das emissões de Renda Fixa (+3 p.p. t/t), na contramão da queda nos CRIs que decresceram sua participação para 6% (-2 p.p. t/t).
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