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Como investir em CDB: passo a passo para aumentar a rentabilidade

Entenda como investir em CDB, quais critérios avaliar antes da aplicação e como escolher a alternativa mais adequada para seus objetivos financeiros

3 minutos
Como começar a investir em CDB

Os CDBs oferecem diferentes combinações de prazo, liquidez e rentabilidade, permitindo estratégias alinhadas a objetivos de curto, médio e longo prazo | Foto: Getty Images

Saber como investir em CDB é um dos primeiros passos para quem deseja alocar seu patrimônio em renda fixa. O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um investimento emitido por instituições financeiras para captar recursos e costuma atrair investidores pela previsibilidade, pela proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e pela variedade de opções de prazo e rentabilidade.

Além disso, os CDBs podem atender diferentes objetivos financeiros, desde a formação de reserva de emergência até estratégias de médio e longo prazo para potencializar ganhos. Entender o processo de aplicação ajuda o investidor a tomar decisões mais alinhadas ao seu perfil e às suas metas.

O que você precisa saber antes de investir em CDB

Antes de investir, é importante compreender algumas características básicas do produto.

O CDB é um título de renda fixa emitido por bancos. Em troca dos recursos captados, a instituição paga uma remuneração ao investidor ao longo do período contratado.

Entre os principais pontos de atenção estão:

  • Rentabilidade oferecida pelo título.
  • Prazo de vencimento.
  • Possibilidade de resgate antecipado.
  • Cobertura do FGC, limitada a R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira, respeitados os limites globais vigentes.
  • Tributação do Imposto de Renda conforme tabela regressiva.

Também é importante avaliar o objetivo da aplicação. Um recurso destinado à reserva de emergência exige características diferentes de um investimento voltado para objetivos de longo prazo.

Passo 1: abrir conta em corretora ou banco

O primeiro passo para investir em CDB é abrir conta em uma instituição financeira que ofereça esse tipo de produto.

Atualmente, bancos e corretoras disponibilizam plataformas digitais que permitem consultar opções de investimento, comparar taxas e realizar aplicações de forma simples.

Durante o processo de abertura de conta, o investidor normalmente precisa fornecer documentos de identificação e concluir o cadastro exigido pelas regras do sistema financeiro.

Passo 2: definir seu perfil de investidor

Após a abertura da conta, o próximo passo é identificar o perfil de investidor.

As instituições financeiras costumam aplicar um questionário de suitability para avaliar fatores como:

  • Tolerância a riscos.
  • Horizonte de investimento.
  • Objetivos financeiros.
  • Necessidade de liquidez.

Esse processo ajuda a direcionar as alternativas mais adequadas para cada investidor.

Passo 3: escolher o tipo de CDB

A escolha do CDB é uma das etapas mais importantes da decisão de investimento.

Existem três formatos principais de remuneração:

CDB pós-fixado

A rentabilidade acompanha um indicador de referência, normalmente um percentual do CDI.

Esse modelo costuma atrair investidores que buscam acompanhar o comportamento das taxas de juros da economia.

CDB prefixado

O investidor conhece a taxa de rentabilidade no momento da aplicação.

Essa modalidade pode ser interessante quando há expectativa de queda dos juros no futuro.

CDB atrelado à inflação

A remuneração combina uma taxa fixa com a variação de um índice de inflação, geralmente o IPCA.

O objetivo é preservar o poder de compra do capital ao longo do tempo.

Liquidez e prazo

Além da rentabilidade, é importante observar se o título possui liquidez diária, o prazo de vencimento, a possibilidade de resgate antecipado e a rentabilidade líquida após impostos.

Passo 4: fazer o investimento

Depois de escolher o CDB, basta informar o valor desejado e confirmar a aplicação na plataforma da instituição financeira.

O investimento passa a render conforme as condições estabelecidas no momento da contratação.

Antes da confirmação, o investidor deve revisar informações como prazo, taxa de remuneração e regras de resgate.

Passo 5: acompanhar o rendimento

Embora o CDB seja um investimento de renda fixa, acompanhar a evolução da aplicação continua sendo uma prática recomendada.

O monitoramento permite:

  • Verificar o desempenho do investimento.
  • Avaliar oportunidades de reinvestimento.
  • Ajustar a estratégia conforme mudanças nos objetivos financeiros.

As plataformas digitais normalmente disponibilizam relatórios atualizados sobre rentabilidade e saldo acumulado.

Vale a pena investir em CDB?

O CDB costuma ser uma alternativa para investidores que buscam previsibilidade, diversificação e potencial de retorno superior ao de aplicações tradicionais de baixa remuneração.

Além disso, a ampla variedade de títulos permite adaptar a estratégia a diferentes cenários econômicos e necessidades financeiras.

A escolha do produto mais adequado passa pela análise de fatores como rentabilidade, liquidez, prazo e solidez da instituição emissora.

Invista no CDB Safra

O Banco Safra oferece alternativas de CDB para diferentes perfis e objetivos de investimento, com opções de liquidez, prazos variados e condições alinhadas às necessidades dos investidores.

Para conhecer as oportunidades disponíveis e iniciar sua jornada na renda fixa, o investidor pode abrir conta e consultar as opções de CDB disponíveis na plataforma do Safra.

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras para captar recursos. Em troca dos recursos investidos, o banco paga uma remuneração ao investidor ao longo de um período contratado. O CDB oferece previsibilidade, proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF e por instituição, e variedade de opções de prazo e rentabilidade, tornando-o adequado para diferentes objetivos financeiros.

Existem três formatos principais de CDB: o pós-fixado, cuja rentabilidade acompanha um indicador de referência (geralmente um percentual do CDI); o prefixado, em que o investidor conhece a taxa de rentabilidade no momento da aplicação; e o atrelado à inflação, que combina uma taxa fixa com a variação de um índice de inflação, geralmente o IPCA. Cada tipo atende a diferentes estratégias e cenários econômicos.

O rendimento do CDB depende da taxa oferecida (como 100% ou 110% do CDI), da taxa Selic vigente e do período de investimento. Por exemplo, com R$ 1.000 aplicados em um CDB de 100% do CDI por 12 meses, o investidor pode obter aproximadamente R$ 12.474,42 líquidos de impostos. CDBs com 100% ou mais do CDI geralmente oferecem rendimento superior à poupança, com capitalização diária.

O CDB é uma alternativa interessante para investidores que buscam previsibilidade, diversificação e potencial de retorno superior ao de aplicações tradicionais de baixa remuneração. É especialmente adequado para quem precisa de liquidez (como no caso de reserva de emergência) ou busca estratégias de médio e longo prazo. A escolha depende da análise de fatores como rentabilidade, liquidez, prazo e solidez da instituição emissora.

O processo envolve cinco etapas principais: (1) abrir conta em uma corretora ou banco que ofereça CDB; (2) definir seu perfil de investidor respondendo a um questionário de suitability; (3) escolher o tipo de CDB mais adequado considerando rentabilidade, liquidez e prazo; (4) fazer o investimento informando o valor desejado e confirmando a aplicação; (5) acompanhar o rendimento através das plataformas digitais disponibilizadas pelas instituições.

Antes de investir, é importante avaliar: a rentabilidade oferecida pelo título, o prazo de vencimento, a possibilidade de resgate antecipado, a cobertura do FGC (limitada a R$ 250 mil por CPF e instituição), e a tributação do Imposto de Renda conforme tabela regressiva. Também é essencial definir o objetivo da aplicação, pois uma reserva de emergência exige características diferentes de um investimento de longo prazo.

No CDB pós-fixado, a rentabilidade acompanha um indicador de referência (geralmente um percentual do CDI) e é ideal para quem busca acompanhar o comportamento das taxas de juros da economia. No CDB prefixado, o investidor conhece a taxa de rentabilidade no momento da aplicação, sendo interessante quando há expectativa de queda dos juros no futuro. A escolha entre eles depende da sua previsão sobre o cenário econômico.

Embora o CDB seja um investimento de renda fixa, é recomendado acompanhar a evolução da aplicação através das plataformas digitais das instituições financeiras, que disponibilizam relatórios atualizados sobre rentabilidade e saldo acumulado. O monitoramento permite verificar o desempenho do investimento, avaliar oportunidades de reinvestimento e ajustar a estratégia conforme mudanças nos objetivos financeiros.

Isabella Zanelli

Jornalista em formação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP). LinkedIn

Este material foi preparado e distribuído pelo Banco Safra S.A. O conteúdo disponibilizado em O Especialista possui caráter meramente informativo e educacional, não constituindo oferta, solicitação, recomendação ou aconselhamento de investimento. Antes de investir, verifique seu perfil de investidor, os riscos envolvidos e consulte os documentos dos produtos.

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