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Carteira Dividendos inclui Bradesco, Telefônica e Caixa Seguridade

Carteira Dividendos do Safra acumula valorização de 25,43% no primeiro semestre, mais que o dobro do Ibovespa (12,06%) e do CDI (11,52%); veja as recomendações para julho

4 minutos

A carteira é composta por ações de empresas nacionais com bom potencial de pagamento de dividendos e expectativa de crescimento | Foto: Getty Images

O Banco Safra promoveu ajuste na Carteira dividendos recomendada para o mês de julho. A ação da TIM foi trocada pela da Telefônica Brasil, a da Porto foi substituída pela da Caixa Seguridade e a do Banco do Brasil, pela do Bradesco.

Em junho, a Carteira Dividendos do Safra registrou valorização de 2,86%, superando o Ibovespa (1,33%), o CDI (1,10%) e o Idiv, o índice de referência de dividendos da B3 (1,76%).

Nos últimos 12 meses, a Carteira Dividendos do Safra acumula valorização de 25,43%, mais de duas vezes superior ao Ibovespa (12,06%) e o CDI (11,52%), enquanto o Idiv ficou em 15,24%.

Saiba mais

Carteira Dividendos tem atualização mensal automática

A Carteira Dividendos do Safra tem execução automática, ou seja, é rebalanceada mensalmente pelos especialistas do Safra, o que dá mais comodidade ao investidor. O investimento é indicado para quem deseja ter um fluxo de depósitos na conta na forma de dividendos pagos pelas empresas selecionadas.

A Carteira Dividendos garante rendimento mensal com um portfólio sólido e com boas perspectivas de valorização. A carteira é composta por ações de empresas nacionais com bom potencial de pagamento de dividendos e expectativa de crescimento.

Composição da Carteira Dividendos

Telefônica Brasil (VIVT3)

Os especialistas do Banco Safra acreditam na continuidade do bom momento de resultados para Telefônica Brasil para o ano de 2025, com um ambiente competitivo favorável, enquanto vemos ganhos potenciais da transição do regime de concessão para um regime de autorização, que destravaria valores consideráveis para a companhia. Além disso, esperamos uma boa perspectiva de pagamento de dividendos e vemos VIVT negociando a um valuation bastante atrativo.

Caixa Seguridade (CXSE3)

Os últimos dados mensais da Susep mostram destaque para os seguros hipotecários, crescendo num ritmo alto e com sinistralidade baixa, reforçando a perspectiva positiva para a empresa. Além disso, o Safra espera a manutenção de um bom nível de pagamento de dividendos, com 8,3% e 9,2% de dividendo yield para 2025 e 2026, respectivamente. Ademais vemos o valuation de 9,4x P/E 2026e como adequado para a empresa, considerando o perfil defensivo dela e do setor.

Bradesco (BBDC4)

A entrada de Bradesco na Carteira Dividendos reflete a expectativa do Safra de continuidade do bom momento nos resultados do banco. Apesar da desaceleração da atividade econômica e do aumento da inadimplência em novas carteiras de crédito, o impacto líquido sobre o portfólio consolidado pode ser positivo, à medida que linhas de crédito mais problemáticas são substituídas por outras de melhor qualidade. Dessa forma, o Safra entende que as tendências que impulsionaram a revisão positiva de lucros permanecem vigentes. O Safra espera um patamar atrativo de rendimento de dividendos de 8,5% para 2025.

Petrobras (PETR4)

O Safra acredita que os resultados continuarão robustos no curto e médio prazo e a empresa manterá uma boa capacidade de distribuição de dividendos. Adicionalmente, PETR oferece um valuation atrativo, com suas ações negociando com desconto versus seus pares internacionais e sua média histórica.

Copasa (CSMG3)

A empresa conta com um histórico de resultados financeiros sólidos e uma política de dividendos e atrativa no médio prazo. Além disso, CSMG continua a investir em melhorias e expansão de seus serviços, o que deve contribuir para o crescimento e a estabilidade de seus resultados no longo prazo. A Copasa oferece um valuation muito atrativo ao negociar a 10,1% de TIR e a uma EV/RAB de 1,1x, com um dividend yield estimado para 2025de 4,0%.

Vale (VALE3)

Além de proporcionar indexação do portfólio, a Vale apresenta um cenário mais positivo para a produção e custos, juntamente com prêmios de minério de ferro potencialmente mais altos. O Safra acredita que seu valuation relativamente mais barato em comparação com as grandes empresas australianas, o leve posicionamento dos investidores e o seu desempenho inferior aos preços do minério de ferro suportam a visão positiva. Enquanto isso, o Safra acredita que a gestão da Vale manterá uma abordagem mais amigável aos acionistas em relação a dividendos extraordinários ou recompra de ações.

Copel (CPLE6)

A Copel está passando por um processo de ganho de eficiência após a privatização e o Safra acredita que isto deveria gerar resultados para a companhia. O desinvestimento da Compagas poderia ser gatilho para distribuições adicionais de dividendos. Adicionalmente, a Copel renovou os acordos para a operação de três hidrelétricas (FDA, Salto Caxias e Segredo) e ela poderia ser competitiva nos próximos leilões de capacidade do ano. O Safra também vê as ações da empresa negociando a um valuation atrativo (TIR real de 8,6%) e oferecendo um dividend yield de 2,6%.

CPFL (CPFE3)

A CPFL conta com operações de alta qualidade, localizadas nas regiões mais desenvolvidas do país. O safra espera que a CPFE continue buscando o equilíbrio entre crescimento e pagamento de dividendos, mantendo uma distribuição de 75% dos lucros, o que poderia representar um bom rendimento para os acionistas. Olhando para crescimento, a empresa poderia buscar oportunidades em crescimento orgânico e no aumento da demanda por energia dos datacenters. O Safra vê a CPFL negociando a uma TIR real de 7%.

Itaú Unibanco (ITUB4)

O Safra vê o Itaú como o nome de maior qualidade dentro do setor bancário, por conta de sua maior resiliência em meio a ciclos monetários mais apertados, além de sua capacidade de inovar e aumentar a rentabilidade, tendo mostrado um melhor controle dos indicadores de qualidade de crédito frente a seus pares. Além disso, o banco está negociando a múltiplos interessantes (P/L para 2025 de ~9,1x, ainda abaixo de sua média histórica de 10 anos de ~10x).

JBS (JBSS32)

O Safra avalia como positiva a tese de diversificação de proteínas e geográfica da companhia, adicionado ao fato do avanço da dupla listagem e do bom momento de spreads para as proteínas de porco e frango.

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