Forte início de ano para as operadoras de shopping centers. Todas as três operadoras listadas mantiveram o forte impulso de vendas dos trimestres anteriores, com o crescimento das vendas atingindo de um a dez dígitos altos (8%-12%), beneficiando-se ainda mais da Páscoa antecipada em março, que aumentou o fluxo de clientes.
Como resultado, os números operacionais mais saudáveis e os baixos níveis de inadimplência permitiram que as empresas continuassem a pressionar pelo crescimento real do aluguel, contrabalançando o índice de inflação mais baixo (IGP).
Isso, combinado com um melhor mix de locatários e menos descontos concedidos, deve impulsionar a expansão do FFO de todas as três operadoras listadas. O Iguatemi deve ser o destaque positivo do trimestre, beneficiando-se de despesas imobiliárias mais baixas decorrentes da maior taxa de ocupação, o que, juntamente com o ponto de equilíbrio da operação de varejo, deve impulsionar a maior expansão do FFO.
Em outros lugares, prevemos outro conjunto de resultados fracos para a Log CP.
As métricas operacionais inspiradoras da empresa devem ser compensadas pela redução da linha superior decorrente das recentes vendas de ativos, o que, juntamente com uma alavancagem financeira ainda alta e a ausência de benefícios fiscais, deve impulsionar a contração da linha inferior.