As reservas provadas da Petrobras (PETR4) totalizaram 12,1 bilhões de boe (barris de óleo equivalente) em final de 2025, de
acordo com a regulamentação da Securities and Exchange Commission (SEC), das quais óleo e condensado representaram 84% e o gás natural os restantes 16%.
As reservas são 6% maiores A/A, uma vez que adições de 1,7 bilhão de boe superaram a produção de ~960 milhões de boe em 2025 (ver nossa nota aqui), resultando em uma taxa de reposição de reservas (RRR) de 175% e em uma relação reservas provadas/produção de 12,5 anos.
O Banco Safra vê esses números de forma positiva, pois reforçam a qualidade dos ativos da Petrobras e estabelecem a base para o crescimento futuro da produção.
Segundo a companhia, as adições refletem o bom desempenho dos campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero na Bacia de Santos, o progresso no desenvolvimento dos campos de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste nas águas profundas da Bacia de Sergipe-Alagoas, e novos poços em Búzios, Tupi, Marlim Sul e Jubarte nas bacias de Santos e Campos.
Além disso, a Petrobras afirmou que não houve mudanças significativas relacionadas a flutuações nos preços do petróleo.
Ao considerar as definições da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis/Society of Petroleum Engineers (ANP/SPE), as reservas provadas totalizaram 12,5 bilhões de boe.