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Produção de ouro da Aura Minerals supera projeções

Produção da Aura Minerals (AURA33) no 4T25 totalizou 82,1 mil onças equivalentes de ouro (GEO), 23% acima do ano anterior e 17% acima da estimativa do Banco Safra


A produção da Aura Minerals (AURA33) no 4T25 totalizou 82,1 mil onças equivalentes de ouro (GEO), 23% acima dos números do mesmo período do ano anterior e 17% acima da estimativa do Banco Safra, dentro do Guidance da companhia de 266–300 mil GEO.

Detalhando por operação, Apoena e Borborema foram os destaques, ficando 73% e 31% acima das projeções do Banco Safra,
respectivamente.

Almas também superou a estimativa em 18%. Os destaques negativos foram Minosa e Aranzazu, cujas produções anuais ficaram 10% e 3% abaixo das estimativas, respectivamente.

O Banco Safra vê uma contribuição da MSG de 4,8 mil GEO que não foi considerada no modelo de avaliação.

Visão geral das operações da aura Minerals (AURA33)

A produção da Aura Minerals (AURA33) em Almas foi 5% menor na comparação anual, atingindo 15,9 mil GEO, devido à redução nos teores, em linha com o sequenciamento da mina.

A produção da Minosa no 4T caiu 8% a/a, para 17,8 mil GEO, principalmente devido ao impacto da estação chuvosa e às obras de expansão para aumentar a área de empilhamento.

Em Aranzazu, a produção atingiu 18,9 mil GEO (-19% a/a), impactada pelo forte desempenho a/a dos preços de ouro e prata, que afetou a conversão para GEO.

Apoena alcançou 9,0 mil GEO (+26% a/a), principalmente devido a maiores taxas de recuperação e teores mais altos. A produção de Borborema totalizou 15,8 mil GEO, refletindo avanços na curva de ramp-up.

Por fim, com a conclusão da aquisição, a Aura consolidou os resultados da MSG apenas para o mês de dezembro, em 4,8 mil GEO.


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