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ANÁLISE

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Safra corta estimativas e rebaixa Hapvida (HAPV3) para neutro

A ausência de metas de margem de Havida (HAPV3), seja de curto ou longo prazo, deixa o mercado praticamente no escuro quanto ao caminho da recuperação


A Hapvida (HAPV3) apresentou um conjunto muito fraco de resultados no 3T25, ficando bem abaixo do consenso e desencadeando uma forte venda das ações.

A ausência de metas de margem, seja de curto ou longo prazo, deixa o mercado praticamente no escuro quanto ao caminho da recuperação e ao equilíbrio de longo prazo.

Detalhamento da análise para Hapvida (HAPV3)

Diante de revisões significativas para baixo nos lucros, da volatilidade relevante nos resultados e no preço das ações, bem como da execução heterogênea desde a aquisição da GNDI (já se passaram quase 4 anos desde o fechamento do negócio), a percepção de risco da ação entre investidores parece ter aumentado de forma material.

Além disso, o ruído regulatório contínuo pode contribuir ainda mais para reduzir o apetite dos investidores.

Consequentemente, o Banco Safra não vê uma reprecificação material e sustentável até que a execução melhore significativamente, levando a uma recuperação relevante dos lucros e maior visibilidade de longo prazo.

O Banco Safra está cortando as estimativas de EBITDA de forma significativa (em média -19% para o período 2026–2028), reduzindo o preço-alvo para R$ 22,50 por ação e rebaixando HAPV3 para Neutro, já que o valuation perde relevância diante da baixa visibilidade.


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